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Qui 26 Jun 2008 17:17 |
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E u sempre procuro ter modelos, não para imitar, mas para seguir. Olho para gente como o Steve Jobs (ceo da Apple) e digo para mim mesmo: – Se ele conseguiu, por que não eu? Se alguém me diz “você não é o Steve Jobs”, agradeço, pois se fosse ele ou como ele, poderia ser no máximo um número dois, já que só o Steve Jobs é realmente o Steve Jobs. Mas se sou simplesmente o Dalton Sponholz, então posso ser o número 1, o melhor Dalton Sponholz que eu puder ser. Sou tão gente quanto ele, então nada me impede de ser tão Dalton quanto ele é Steve. Estou falando do Steve Jobs particularmente por ter ficado impressionado com o discurso dele na formatura de Stanford em 2005 (veja o vídeo abaixo, vale investir alguns minutos para isso, e rever muitas vezes - e veja também a parte dois, no youtube.com).
O mundo não seria assim sem o Steve Jobs. Principalmente quando falo do modo como se usa os computadores, se assiste desenhos animados e se ouve música agora. Provavelmente também o modo como se usará telefones e computadores de bolso dentro de alguns anos. E esse sujeito não teve mais oportunidades que os demais seres humanos de sucesso que existem por aí. Pelo contrário, ele apenas teve as escolhas certas diante das faltas de oportunidade. Cheguei no ponto em que queria. Uma pausa pra falar do “Matrix” de novo, desta vez sobre o encontro entre Neo e o Arquiteto: o Arquiteto diz que 99% dos seres humanos “aceita o software” da Matrix passivamente, enquanto 1% é uma aberração que não permite o bom funcionamento do sistema. Diante disto, Neo responde para si mesmo: “escolha, o problema é a escolha” – uma referência a um antigo problema da Filosofia. Enfim, estatísticas e precisão a parte, muita gente “aceita o sistema” e não usufrui de sua exclusiva personalidade por não ver que tem dentro de si tanto poder de escolha quanto qualquer ícone que admire. Ou por não ter coragem de arcar com o preço de uma escolha que desafie o status quo. Independentemente de talentos, inteligência, classe social ou qualquer variante, qualquer pessoa em qualquer situação tem sempre o poder de escolher – escolher como reagir, como lidar com os fatos, como continuar sua caminhada, em que direção ir, até quando não parece haver direções disponíveis.
Escolha é fruto da liberdade, e liberdade pode ser um estado interior. Este pensamento pode ir muito longe, então não vou encerrar este artigo, mas deixar registrado um diálogo de mensagem instantânea que tive com uma amiga. Tenha a liberdade de continuar!
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| Última atualização ( Sex, 27.06.2008 12:10 ) |
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