Criptografia Numaboa

Na Aldeia

Há 71 visitantes online

2771 registros
1 hoje
10 nesta semana
51 neste mês

Boas vindas: open your mind

Estatística

Artigos: 823
Artigos lidos: 3845137
Arquivados: 41
Downloads: 410
Baixados: 161037
Glossário: 1196
Bibliografia: 24
JoomlaWatch Stats 1.2.7 by Matej Koval

Visitas de onde?

88,2%Brasil Brasil
9,2%Portugal Portugal
0,8%EUA EUA
0,2%Espanha Espanha
0,1%Alemanha Alemanha

Visitantes

Hoje: 1728
Ontem: 2125
Esta semana: 8217
Semana passada: 13257
Este mês: 37958
Mês passado: 47034
Total: 103678

Registro/Login

Para fazer login ou registrar-se

Usuários registrados têm algumas regalias!
A cifra de Beaufort * PDF Imprimir Indique esta página
Avaliação: / 5
PiorMelhor 
Criptografia Numaboa - Substituições Polialfabéticas
Escrito por vovó Vicki   
Seg, 25.06.2007 23:00
Índice do Artigo
A cifra de Beaufort *
Exemplo interativo
Todas as páginas

A cifra do almirante inglês Francis Beaufort foi publicada após sua morte por seu irmão. É importante notar que esta cifra, na realidade, foi criada por Giovanni Sestri em 1710.

Beaufort
Sir Francis Beaufort (1774-1857)
Beaufort nasceu em Nacian em 1774. Em 1805, época em que era responsável por um navio de guerra, teve a idéia de atribuir números aos graus da tabela de ventos utilizada pelos marinheiros. Sua preocupação era a de facilitar a transmissão de observações metereológicas. Sua tabela foi oficialmente utilizada pela marinha britânica em 1834 e seu uso tornou-se generalizado em 1874, por ocasião da primeira conferência de metereologia marítima em Londres. Em sua homenagem, um mar situado perto do Ártico e banhando o norte do Alasca e do Canadá recebeu seu nome.

Apenas como curiosidade

Descrição Velocidade
Nós
Velocidade
Km/h
Força TerraÁgua
Calmaria0 → 10 → 10 Fumaça sobe verticalmenteÁgua está como um espelho. Necessidade de usar motor.
Befagem1 → 31 → 51 Fumaça indica a direção do vento. Vento insuficiente para birutas. Pequenas ondulações na superfície da água. Vento suficiente apenas para um Spinnaker leve.
Aragem4 → 66 → 112 Sente-se o vento no rosto. Folhas das árvores se movem. Birutas indicam a direção do vento. O vento agora enche as velas. Pequenas ondulações.
Vento Fraco7 → 1012 → 19 3 Pequenas bandeiras estão estendidas. Folhas agora se movem continuamente. Veleiros começam a se inclinar. Grandes ondulações.
Vento Moderado11 → 1620 → 284 Poeira é levantada pelo vento. Pequenos galhos começam a se curvar com o vento. Boa brisa para trabalho. Veleiros em velocidade de casco e com toda vela.
Vento Fresco17 → 2129 → 38 5 Pequenas árvores reagem ao vento. Numerosas cristas brancas. É a hora de encurtar as velas.
Vento Forte22 → 2739 → 496 O vento agora assobia. A maior parte dos galhos das árvores agora se movem. Cristas brancas por todo lado. Veleiros começam a procurar refúgio.
Temporal Próximo28 → 33 50 → 617 Árvores inteiras se movem. Ondas muito maiores e os veleiros permanecem nos ancoradouros.
Temporal34 → 4062 → 748 Pequenos galhos começam a quebrar. Difícil andar contra o vento. Todas as embarcações procuram refúgio. Espuma em riscos bem marcados.
Temporal Forte41 → 47 75 → 889 Edificações começam a mostrar pequenos estragos. Galhos grossos são quebrados. Impossível andar contra o vento. Baixa visibilidade devido à névoa.
Tempestade48 → 5589 → 102 10 Situação perigosa. Árvores são arrancadas. Ondas com mais de 8 metros.
Tempestade Violenta - Tufão 56 → 63103 → 11711 Situação perigosa. Grandes danos. Ondas com mais de 10 metros.
Furacão64 e mais 118 e mais12 Situação perigosa. Danos excessivos. Ondas com mais de 14 metros.


Atualização Ter, 26.06.2007 20:15