Aldeia Numaboa
Um portal diferente em Português |
"Devido às quebras de bancos, queda nas bolsas, cortes no orçamento, crise nos combustíveis e pelo racionamento mundial de energia, informamos que a famosa luz no fim do túnel será desligada." |
Se as linguagens de programação fossem carros...
2916 registros
8 hoje
18 nesta semana
25 neste mês| 87,3% | | Brasil |
| 9,9% | | Portugal |
| 0,9% | | EUA |
| 0,2% | | Espanha |
| 0,1% | | Japão |
| Hoje: | 1363 |
| Ontem: | 1370 |
| Esta semana: | 4992 |
| Semana passada: | 6131 |
| Este mês: | 8167 |
| Mês passado: | 55669 |
| Total: | 169073 |
|
Ter 05 Dez 2006 21:00 |
|
|
Conta a história que, em 1995, houve uma competição entre as equipes de remo do Brasil e do Japão. Logo no início da regata, a guarnição japonesa começou a se distanciar e completou o percurso rapidamente. O barco brasileiro chegou à meta com UMA HORA de atraso. De volta ao Brasil, o Comitê Executivo se reuniu para avaliar as causas do desastroso resultado e constatou:
A decisão passou então para a esfera do Planejamento Estratégico que deveria realizar uma seríssima re-estruturação da equipe visando a prova do ano seguinte. Em 1996, dada a largada, os nipônicos dispararam e, desta vez, nossa equipe chegou com DUAS HORAS de atraso. Uma nova análise das causas do fracasso mostrou os seguintes resultados:
A conclusão do Comitê que analisou as causas do novo fracasso foi unânime: O REMADOR É UM INCOMPETENTE!!! Em 1997, nova oportunidade. O Departamento de Tecnologia e Novos Negócios do Brasil colocou em prática um plano para melhorar a produtividade da equipe, com a introdução de mudanças baseadas no que havia de mais moderno no mercado e que, SEM DÚVIDA, produziria aumentos significativos de eficiência e eficácia. Os pontos principais das mudanças eram o "resizing" e o "turn-around" e, COM CERTEZA, desta vez os brasileiros humilhariam os japoneses. O resultado foi catastrófico e a equipe brasileira chegou à meta TRÊS HORAS depois do barco do Sol Nascente. As conclusões revelaram dados aterradores:
Depois de vários dias de reuniões e análises, o Comitê Executivo decidiu castigar o remador e aboliu "todos os seus benefícios e incentivos em função do fracasso alcançado". Na reunião de encerramento, o mesmo Comitê, fortalecido pela presença dos principais acionistas, anunciou: "Contrataremos um novo remador, mas desta vez com contrato de Prestação de Serviços de Terceiros, sem vínculo trabalhista, para que não tenhamos que lidar com os sindicatos, que degradam a eficiência e a produtividade dos recursos humanos". |
||||||||||||
| Última atualização ( Ter, 05.12.2006 21:19 ) |
|